Cinema do Terceiro Reich em Português

Mais conhecido como Before the Fall, é um drama alemão escrito e dirigido pelo alemão Dennis Gansel, autor também do famoso Die Welle (A Onda) de 2008. É centrado ao redor dos Institutos Políticos Nacionais de Educação ou escolas "NaPolA" criadas sob o governo nacional-socialista. Essas academias militares foram projetadas como escolas preparatórias para a futura elite política e militar do Partido.

SINOPSE
Em 1942, as habilidades de boxe de Friedrich Weimer (Max Riemelt) valeram-lhe uma indicação para a Academia Política Nacional (NaPolA), uma escola secundária que serve como entrada para a elite nacional-socialista. Seu pai, um operário de comportamento bolchevique com ódio ao Reich, se recusa terminantemente a permitir que Friedrich se matricule. Friedrich, que vê a escola como sua passagem para a universidade e uma vida melhor para a família, falsifica a assinatura de seu pai e segue para a cidade de Allenstein, onde a escola está localizada. Lá ele é levado por seu colega, Christoph Schneider, para vestir o uniforme e conhecer a instituição. Friedrich não tem conhecimento do verdadeiro propósito da escola e está muito impressionado em seu primeiro dia em Allenstein. Weimer conhece Albrecht Stein (Tom Schilling), filho de um decadente governador alemão, um rapaz individualista e sensível à moda francesa que não suporta o ambiente militar e sofre com a relação hostil do pai e indiferente da mãe. Stein arrasta passo-a-passo o amigo para a expulsão do Instituto.

Até 1945, estima-se que havia no Reich alemão cerca de 40 Napolas com mais de 15.000 alunos. Quando a guerra foi finalmente reconhecida como perdida, eles foram enviados para a "Batalha Final". Ainda que insuficientemente armados por causa da crise de abastecimento geral na Alemanha causada pelos bombardeios britânicos e a ofensiva soviética ressuscitada pelo investimento financeiro norte-americano, esses jovens ofereceram corajosa resistência em muitas batalhas. Metade deles morreu em batalha.

O Castelo Bouzov, na República Tcheca, foi usado como local para a escola fictícia chamada Allenstein no filme. O objetivo do diretor Gansel era que o filme fosse muito autêntico e foi orientado por um ex-aluno de uma Napola. Gansel se inspirou em seu avô que foi um instrutor de Napola. O avô de Gansel explicou que foi a sensação de infinitas oportunidades que veio junto com o uso do uniforme militar de instrutor e seu próprio sonho fracassado de se tornar um arquiteto que o atraiu para o Movimento. Friedrich acabou sendo parcialmente baseado no avô de Gansel.

O filme conquistou muitos prêmios: Melhor direção, Bavarian Film Awards, 2005; Melhor filme internacional, Hamptons International Film Festival, 2004; Melhor ator, Max Riemelt; Festival Internacional de Cinema de Karlovy Vary, 2004; Melhor filme, Viareggio EuropaCinema, 2004.

Este filme, se assistido com suficiente atenção, é mais um daqueles casos, como em "Arquitetura da Destruição", em que o Cinema Aliado marca um gol-contra.

As Memórias de Marnie é um filme japonês de animação escrito e dirigido por Hiromasa Yonebayashi, produzido pelo Studio Ghibli (o mais famoso estúdio de animações do Japão e um dos maiores do mundo, repleto de animações de beleza natural, tradicionalismo, psicologia e críticas à modernidade) e baseado no romance "When Marnie Was There" escrito pela britânica Joan G. Robinson. Foi lançado no Japão em 19 de julho de 2014, e indicado ao Oscar em 2016.

A mensagem desta animação Ghibli, baseada no formoso conto juvenil de Robinson, é, talvez, a mais bela de todas as já produzidas - e muito cara a todos nós que trilhamos a senda da Familiaridade reconquistada pela Ancestralidade através do Sangue.

SINOPSE

Anna é uma adolescente nipo-britânica de olhos azuis introvertida com baixa autoestima que mora em Sapporo com seus pais adotivos. Ela divide as pessoas e o mundo em "dentro" e "fora", considerando a si mesma uma "de fora". Um dia, ela sofre um ataque de asma na escola. O médico insiste que sua asma é psicossomática. Por recomendação do médico por ar limpo, ela vai passar as férias de verão com os parentes da mãe adotiva, os Oiwa, que vivem em uma cidade costeira rural.

Por uma estranha atração, Anna observa uma mansão abandonada em um pântano salgado. Ela a acha familiar e sente uma misteriosa nostalgia. Anna começa a sonhar com uma garota loira de olhos azuis na mansão. Numa fatídica noite de festival japonês (com o qual Anna não se identifica) ela conhece a garota loira, Marnie, na mansão - que lhe aparece como a um fantasma. As duas concordam em manter seus encontros em segredo. Noutra noite Marnie convida Anna para uma festa na mansão, onde ela vê Marnie dançando com um jovem chamado Kazuhiko. Anna conhece Hisako, uma mulher mais velha que pinta nas proximidades do pântano da mansão. Hisako comenta que os esboços de Anna parecem uma garota que ela conheceu quando era jovem. Outra vez na mansão, de dia, Anna conhece uma garota chamada Sayaka, pertencente a uma família japonesa que comprou e está reformando a mansão abandonada. Ela lhe dá o Diário de Marnie que estava escondido em uma gaveta - a prova de que a loira Marnie, o jovem japonês Kazuhiko e todas as visões de Anna não são sonhos ou delírios - mas lembranças inconscientes, trazidas pela Voz do Sangue, eternizadas em atos de amor familiar que, aos poucos, transformam Anna de uma garota desajustada, impulsiva, apática e sem sentido para viver, em uma jovem amorosa, sorridente e repleta de razões pelas quais viver, agora que conquistou o que nunca teve: familiaridade com um mundo e uma história propriamente seus.

David Christopher Cole, também conhecido como David Stein, nascido em 1968 em Los Angeles, é empresário judeu de entretenimento televisivo nos EUA. Destacou-se como pesquisador do alegado extermínio de judeus, propagado como "holocausto" pela mídia mundial. Devido à repercussão dos resultados de suas pesquisas que desmentiam a propaganda anti-germânica, sofreu pressões da mídia e passou a relativizar suas conclusões em produções televisivas.

Neste documentário ainda um jovem pesquisador, com apoio do famoso revisionista Ernst Zundel, um estudioso de origem judaica, mostra as contradições existentes no que é escrito sobre o holocausto judaico na Segunda Guerra Mundial e as evidências reais. Dizendo-se pressionado e fisicamente ameaçado, Cole renunciou à boa parte de sua pregação revisionista após 1994.

Essa visita ocorreu junto a Ernst Zündel no campo de concentração de Auschwitz, no qual obteve, em entrevista televisionada ao vivo com o diretor do campo Franciszek Piper, a informação de que as câmaras de gás apresentadas como tais aos turistas, na realidade eram fictícias e foram montadas após o final da Segunda Guerra Mundial.

Em 1994, Cole apresentou-se nos EUA com o revisionista Bradley R. Smith no Donahue Show, algo inédito, pois que a divulgação de estudos revisionistas é sistematicamente negada pela mídia.

Em 1996, o Jewish Defense League (JDL) publicou em sua página na internet um texto que incitava de forma indireta ao assassinato do “traidor monstruoso”. Tal texto teria provocado agressões físicas em Cole. Como consequência, Cole “retratou-se” de suas publicações em relação ao revisionismo e ao holocausto, retirando-se da exposição pública pelos próximos anos.

Em abril de 2013 revelou-se que David Stein, o organizador de eventos da Republican Party Animal e produtor de documentários sobre o holocausto era na realidade David Cole. Esta descoberta levou a organização ao alvoroço, e provocou a dispensa de Cole. Após Cole cair em desgraça nas instituições sociais dos EUA, apresentou-se a partir de abril de 2014 novamente como revisionista, porém então com declarações dúbias e contraditórias ao seu antigo posicionamento. Neste sentido concedeu entrevista ao ativista anti-neocon, Ry Dawson e produziu, em parceria com Bradley R. Smith, o filme “El Gran Tabú”.

Sir Oswald Ernald Mosley, 6º Baronete (1896 - 1980) foi um político britânico que alcançou a fama na década de 1920 como membro do Parlamento e, mais tarde, na década de 1930, desiludido com a política dominante, tornou-se líder da União dos Fascistas Britânicos (BUF). Foi um ativista contra a participação britânica no início da Segunda Guerra Mundial. Mosley nunca foi nomeado cavaleiro, mas herdou o título de 'Sir' em virtude de sua baronete; ele foi o sexto baronete de um título que estava em sua família por mais de um século quando ele o sucedeu após a morte de seu pai em 1928.

Após o serviço militar durante a Primeira Guerra Mundial, Mosley foi um dos membros mais jovens do Parlamento, representando Harrow de 1918 a 1924, primeiro como conservador, depois independente, antes de entrar para o Partido Trabalhista. Nas Eleições Gerais de 1924, ele concorreu com Birmingham Ladywood contra o futuro primeiro-ministro Neville Chamberlain, chegando a 100 votos após derrotá-lo.

Mosley voltou ao Parlamento como Ministro Trabalhista para Smethwick em uma eleição suplementar em 1926 e serviu como Chanceler do Ducado de Lancaster no Governo Trabalhista de 1929-1931. Ele foi considerado um potencial primeiro-ministro do Trabalho, mas renunciou devido ao desacordo com as políticas de desemprego do governo. Ele optou por não defender seu eleitorado de Smethwick nas eleições gerais de 1931; em vez disso, candidatou-se sem sucesso em Stoke-on-Trent. O Novo Partido de Mosley tornou-se a União Britânica de Fascistas (BUF) em 1932.

Mosley foi preso em maio de 1940 e o BUF foi banido. Ele foi libertado em 1943 e, politicamente desonrado por sua associação com o fascismo, mudou-se para o exterior em 1951; ele passou a maior parte do resto de sua vida em Paris. Se candidatou ao Parlamento durante o pós-guerra, mas recebeu pouco apoio. Sir Mosley faleceu no dia 3 de dezembro de 1980 em sua casa na comuna francesa de Orsay; seu corpo foi cremado em Paris e suas cinzas espalhadas no lago de Orsay.

Como seu Legado, recentemente um grupo radical britânico composto por ex-soldados autointitulados "21st Century Blackshirts" (Camisas Negras do Século XXI), se propôs a reviver a União dos Fascistas Britânicos, elegendo Sir Oswald Mosley como líder espiritual. Dissidentes do Partido Nacional Britânico e do movimento conhecido como English Defence League, estes oficiais do exército criaram, em janeiro de 2013, um novo partido inspirado na BUF que, atualmente, atende pelo nome de "Nova União Britânica" (New British Union - NBU).

Undergångens arkitektur (Arquitetura da Destruição) é um documentário produzido e dirigido pelo cineasta judeu-sueco Peter Cohen, que trata do uso da arte e da estética pela Alemanha nacional-socialista. Foi lançado originalmente na Suécia em 1989. Cohen teve seu pai "perseguido" pelos alemães e recebeu um prêmio, em sua carreira de cineasta-vítima, por um filme sobre os "Judeus de Lodz".

Este filme, no entanto, tem o maravilhoso mérito de produzir um efeito totalmente inverso ao pretendido, mesmo ao leigo: ao invés de compaixão pelo doente e mentiroso e ódio pelo belo e saudável (consistindo numa propaganda ridícula e mal-argumentada contra o Nacional-Socialismo), tira da obscuridade presente todos os maravilhosos projetos
arquitetônicos do Terceiro Reich e traz à tona vários de seus maiores nomes e obras na Arte, além de esclarecer influências e projetos do próprio Führer em pessoa. Por isso, este documentário de objetivo contrário foi incluído no Projeto Cinema do Terceiro Reich.

É apresentada a missão de purificação da terra alemã dos males que a assolavam, definindo a concepção de "corpo do povo" da Alemanha. Assim o documentário exibe os guetos poloneses - um verdadeiro câncer que se difundia pelo mundo a ser contido e removido da sociedade alemã. A medicina alemã deveria trabalhar em prol desse corpo do povo, e não somente em prol do indivíduo. Nesse sentido diversos médicos se filiaram ao Partido Nacional-Socialista Alemão. A higienização se incorpora na ordem estética, fundindo, segundo a doutrina clássica de Platão e Aristóteles, beleza e saúde (a “grande arte” do Reich que via na Antigüidade Clássica especialmente a fusão das paixões de Esparta,
Atenas e Roma bem como na obra de Richard Wagner o ápice da manifestação artística humana; bastante influenciada pelo romantismo alemão da segunda metade do século XIX). Como exemplo disso, temos o rebaixamento da arte moderna à "arte degenerada", portanto, em termos de saúde e beleza. Manicômios são apresentados durante o documentário como uma subversão da ordem natural, uma vez que enquanto o povo alemão vivia em condições paupérrimas, pessoas doentes, loucos e toda ordem de enfermos
viviam cercadas de luxo e beleza que elas nem mesmo seriam capazes de contemplar. São elaboradas duas exposições de arte, uma divulgando a "arte sadia", condizente com as concepções estéticas da raça ariana, e outra exposição, desta vez da "arte degenerada", mostrando ao povo alemão como era a arte que eles não deveriam apreciar. Diversas obras modernistas são genial e didaticamente comparadas com fotos de casos de deformação congênita e deficiência mental.

"Na Natureza, tudo que não é adequado, perece."
"Nossa grande missão é o embelezamento do mundo."

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Gravação recuperada de um importante discurso para as mulheres alemãs de 1936.

Animação didática por Red Ice sobre os efeitos do multiculturalismo e diversidade forçados.

No entanto, cabe uma advertência: não confundir a doutrina fascista, nacional-socialista ou conservadora cristã racialista ou não (representados de modo caricato no vídeo de propósito) com qualquer ideologia de ódio, violência, revanchismo ou qualquer reação puramente emocional e apaixonada sem base em evidências históricas, biológicas ou filosóficas em geral - como há, hoje, tantas, com os mais diversos títulos e cores.

George Lincoln Rockwell (1918-1967) foi o principal líder nacional-socialista dos Estados Unidos. Cresceu com pais divorciados, sendo que aos seis anos foi morar com a mãe em Atlantic City, New Jersey. Após se formar em Sociologia na Universidade, juntou-se à Marinha Americana e chegou ao posto de Comandante.

Rockwell fundou o Partido Nacional-Socialista Estadunidense em 1959 após deixar a Marinha.

Rockwell negou o Holocausto e acreditava que Martin Luther King Jr. era uma ferramenta para os comunistas judeus que queriam governar a comunidade branca. Ele culpou os judeus pelo movimento pelos direitos civis e considerava Hitler como "o Salvador do século XX". Ele via os negros como uma "raça primitiva e letárgica que desejava apenas prazeres simples e uma vida de irresponsabilidade" e apoiou o reassentamento de todos os afro-americanos em um novo estado africano a ser financiado pelo governo dos Estados Unidos - tal como na proposta original de republicanos como Lincoln. Como defensor da segregação racial, ele concordou e citou muitos líderes do movimento nacionalista negro, como Elijah Muhammad e Malcolm X. Nos últimos anos, Rockwell tornou-se cada vez mais alinhado com outros grupos nacionalistas, liderando a União Mundial de Nacional-Socialistas (inativa ou silenciosa desde 2015).

Em 25 de agosto de 1967, Rockwell foi baleado e morto em Arlington por John Patler, um ex-membro descontente de seu Partido que mais tarde, durante sua prisão, renegou o próprio passado.

Rockwell é um autor ainda pouco conhecido no Brasil, mas que deve, em breve, ser redescoberto.

"Der ewige Jude" é um filme-documentário de 1940. O título alemão é uma menção para o personagem do "Judeu Errante" no folclore medieval. O filme foi dirigido por Fritz Hippler e supervisionado por Joseph Goebbels e o próprio Führer Adolf Hitler.

Com roteiro creditado a Eberhard Taubert e narrado por Harry Giese, o filme consiste em um longa-metragem e um documentário combinados com materiais filmados logo após a ocupação da Polônia. Naquela época, a população judaica da Polônia era de cerca de dez por cento da população total - algo em torno de três milhões. Ao lado de "Jud Süß" e "Os Rothschilds", este filme compõe a trilogia anti-sionista de filmes históricos, que atestam o brilhantismo honesto do ministro Goebbels na educação das massas alemãs e na purificação do papel da televisão e do cinema.

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"Die Rothschilds" é um filme histórico alemão de 1940 dirigido por Erich Waschneck. O filme tem um título e enredo semelhante ao filme americano de 1934, The House of Rothschild, estrelado por George Arliss e Boris Karloff, que apresentou os Rothschilds sob uma "luz mais positiva". Este filme é parte de uma trilogia anti-sionista de filmes históricos, composta por "O Judeu Süss" e "O Eterno Judeu". Estes filmes atestam, sobretudo, o brilhantismo honesto do ministro Goebbels na educação das massas alemãs e na purificação do papel da televisão e do cinema - tal qual Wagner o fez com a ópera, a música, a poesia e o teatro de seu tempo.

Como William I, Eleitor de Hesse, se recusou a ingressar na Confederação Francesa do Reno em sua formação em 1806, ele é ameaçado por Napoleão. Em Frankfurt , ele pede ao seu agente Mayer Amschel Rothschild que entregue títulos no valor de £ 600.000 que recebeu da Grã-Bretanha para subsidiar seu exército em segurança na Inglaterra.

Rothschild, no entanto, usa o dinheiro para seus próprios fins, com a ajuda de seus filhos, Nathan Rothschild em Londres e James Rothschild em Paris. Eles primeiro usam o dinheiro para financiar o exército de Wellington na guerra da Espanha contra Napoleão, em termos de interesses vantajosos. Em um golpe notável, em 1815, Nathan espalha o boato de que Napoleão havia vencido a Batalha de Waterloo, causando o colapso dos preços das ações de Londres. Ele então comprou uma grande quantidade de ações nos fundos do mercado, lucrando enormemente com o aumento dos preços quando surgiu a verdade sobre a batalha. Em uma década, os Rothschilds acumularam uma fortuna de 11 milhões de libras usando o dinheiro do Eleitor.

Nathan devolve o capital original ao Eleitor, além de apenas uma pequena quantia de juros, mantendo a maior parte dos lucros para os Rothschilds, e planeja formalizar uma rede europeia de instituições financeiras familiares.
O filme termina com uma declaração de que, ao ser lançado, o último Rothschild deixou a Europa continental como refugiado e o próximo alvo é a plutocracia da Inglaterra - e em seguida, o domínio econômico global.

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"Olympia 2. Teil - Fest der Schönheit" é a segunda parte do filme das Olimpíadas de Berlim de 1936, produzido por Leni Riefenstahl.

Depois de ser encomendado pelo Comitê Olímpico de 1936 para criar um longa-metragem das Olimpíadas de Berlim, Riefenstahl fez um documentário que celebra o corpo humano combinando a poesia dos corpos em movimento com close-ups de atletas no calor da competição.

A produção glorifica o corpo ariano e expressa a atitude nacional-socialita em relação às proezas atléticas. Riefenstahl captura a graça dos atletas durante eventos de hóquei em campo, futebol, ciclismo, hipismo, aquático e ginástica. Os destaques são o Pentatlo e o Decatlo, vencido pelo americano Glenn Morris; termina com a conclusão triunfante dos jogos.

Tradução e Legendas por Sr. B.

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"Der Marsch zum Führer" é um filme nacional-socialista de 1940. Retrata a marcha nacional da Juventude Hitlerista (Hitlerjungend) até Nuremberg para o Congresso do Partido, numa alegre trajetória de aproximadamente 600 km que percorre a Alemanha de norte ao sul meio a hospedagens em várias cidades alemãs com muitas cantorias, atividades e experiências divertidas.

Ao contrário dos documentários anteriores de Leni Riefenstahl em Nuremberg, este não se concentra no Congresso em si ou em seus líderes, mas segue aos jovens de várias partes da Alemanha sendo acolhidos por famílias prestativas no caminho e marchando pelas cidades em formação, saudando e carregando a Bandeira da Suástica Sagrada.

Tradução e Legendas por Sr. B.

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"Triumph des Willens" é um filme alemão dirigido pela cineasta Leni Riefenstahl de 1935. O filme, do gênero documentário, retrata o 6° Congresso do Partido do Reich, realizado no ano de 1934 na cidade de Nuremberg e que contou com a presença de mais de 30.000 pessoas.

É um dos filmes de propaganda política mais conhecidos na história do cinema, com grande reconhecimento das técnicas utilizadas por Riefenstahl, que depois passaram a influenciar filmes, documentários e comerciais. O filme mostra muitos encontros dos membros do Partido, assim como soldados marchando ao som de música clássica, cantando, jogando e cozinhando; também inclui trechos sonoros de discursos dados por vários conselheiros para Adolf Hitler, e porções de discursos do próprio Hitler. O filme mostra como o povo alemão era leal para com o seu Führer.

Por este filme Riefenstahl recebeu uma medalha de ouro na Feira Mundial de Paris em 1937, também recebeu premiações nos Estados Unidos e Suécia.

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"Jud Süß" é um filme de 1940, baseado em livro homônimo de um romance histórico alemão, produzido pela Terra Film sob o comando de Joseph Goebbels. Este filme é parte de uma trilogia anti-sionista de filmes históricos, composta ainda por "Os Rothschilds" e "O Eterno Judeu". Estes filmes atestam, sobretudo, o brilhantismo honesto do ministro Goebbels na educação das massas alemãs e na purificação do papel da televisão e do cinema - tal qual Wagner o fez com a ópera, a música, a poesia e o teatro de seu tempo.

O filme foi caracterizado como "uma das peças mais notórias e bem-sucedidas de propaganda cinematográfica antissemita produzida na Alemanha". Foi um grande sucesso na Alemanha e foi visto por 20 milhões de pessoas. Embora seu orçamento de 2 milhões de Reichsmarks fosse considerado alto para os filmes da época, as receitas de bilheteria de 6,5 milhões de Reichsmarks tornaram-no um sucesso financeiro. Heinrich Himmler indicou aos membros da SS e da polícia que o assistitem.

Joseph Süß Oppenheimer foi um judeu da corte do século XVIII a serviço do duque Karl Alexander de Württemberg em Stuttgart. Como consultor financeiro do duque Karl Alexander de Württemberg, ele também ganhou uma posição de destaque na corte e controlou as finanças em seu ducado. Ele estabeleceu o monopólio do ducado no comércio de sal, couro, tabaco e bebidas alcoólicas e fundou um banco e uma fábrica de porcelana. No processo, ele fez vários inimigos que alegaram, entre outras coisas, que ele estava envolvido com casas de jogo locais. Quando Karl Alexander morreu repentinamente, Oppenheimer foi preso e acusado de fraude, peculato, traição, relações lascivas com as damas da corte, aceitar subornos e tentar restabelecer o catolicismo. A comunidade judaica tentou sem sucesso resgatá-lo. Depois de um julgamento amplamente divulgado, foi condenado à morte. Quando seus carcereiros exigiram que ele se convertesse ao cristianismo, ele recusou. Ele foi levado para a forca em 4 de fevereiro de 1738, e teve a última chance de se converter ao cristianismo, o que ele se recusou a fazer.

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Uma incrível descoberta de imagens coloridas conta a história de um extraordinário fim de semana de Munique, quando Adolf Hitler e quase toda a liderança nacional-socialista participaram de um festival cultural nacional de três dias - incluindo apresentações, danças, exposições e um desfile de oito quilômetros - intitulado "2.000 Jahre deutsche Kultur".

O filme foi gravado em julho de 1939, apenas seis semanas antes do início da Segunda Guerra Mundial, por um cineasta amador que filmou o evento em close num Kodachrome colorido de 16 milímetros. Foi exibido pela primeira vez apenas para a família do cineasta, e depois escondido na adega da família, onde ficou por muitos anos. Os cineastas ingleses Luke Holland e Paul Yule reuniram um público de idosos alemães, gravando-os assistindo a si mesmos nas filmagens de 1939 e relembrando suas experiências. Entre eles estavam os filhos do cinegrafista não-oficial que produziu o filme e a filha do editor do Mein Kampf de Hitler, que em deferência ao desejo de "privacidade" de Hitler em visitas à casa da editora, nunca disse "Heil, Mein Führer", mas sempre "Bom dia, Sr. Hitler".

Essas notáveis filmagens apresentam uma visão raramente concebida de Adolf Hitler descontraído num cenário de uma cidade em comemoração e das multidões de Munique como participantes que compartilham junto de seu líder a empolgação do desfile, que lembra os desfiles da época romana mais que os de tempos modernos.
É um achado realmente fantástico e imperdível para qualquer pessoa interessada no assunto, especialmente porque não se trata de um filme oficial de propaganda, mas a gravação amadora de um evento tal como realmente aconteceu, isto é, com beleza e veracidade ainda superiores.

Edição e Legendas por Sr. B.

Informações técnicas
Publicado no Reino Unido, pela Berwick Universal Pictures e ZEF Productions para o Channel 4 em 1993. Lançado nos EUA em agosto de 1993. Dirigido por Paul Yule. Produzido por Luke Holland. Locais de filmagem: Munique, estado da Baviera, Alemanha.

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"Olympia 1. Teil - Fest der Völker" é a primeira parte de um filme de 1938 documentando os Jogos Olímpicos de Verão de 1936, produzido por Leni Riefenstahl.

Foi o primeiro longa documentário dos Jogos Olímpicos já realizados. Muitas técnicas avançadas de cinema foram usadas, que mais tarde tornariam-se os padrões industriais mas que eram fenomenais na época, como ângulos incomuns de câmera, técnicas de edição avançadas, close-ups extremos entre outras coisas. As técnicas empregadas são quase universalmente admiradas. Aparece em muitas listas dos melhores filmes de todos os tempos, incluindo a feita pela revista Time.

A reação ao filme na Alemanha foi entusiástica, e foi recebido com aclamação e elogios em todo o mundo. Em 1960, os colegas de Riefenstahl votaram Olympia como um dos 10 melhores filmes de todos os tempos. O Daily Telegraph reconheceu o filme como "ainda mais tecnicamente deslumbrante" do que o Triunfo da Vontade . The Times descreveu o filme como "visualmente arrebatador".

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"Festliches Nürnberg" (Nuremberg Festiva ou Festival em Nuremberg) é um curta-metragem dirigido por Hans Weidemann, que documenta o 8º e o 9º Reichsparteitag do NSDAP, conhecidos como Congresso da Honra e Congresso do Trabalho, respectivamente.

O filme mostra imagens de Nuremberg a chegada do Führer, sua carreata na cidade, a cerimônia de abertura e desfiles da Wehrmacht.

O filme seguiu os filmes de Riefenstahl, muito mais longos, de 1933 e 1934, e a razão para o filme ser menor não é conhecida. Muitas das sequências do filme seguem Riefenstahl de perto, como a introdução por meio de fotos aéreas da cidade de Nuremberg. A trilha usa a Overture de Die Meistersinger von Nürnberg de Richard Wagner para o acompanhamento musical.

Tradução e Legendas por Sr. B.

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"Der Sieg des Glaubens" foi o primeiro documentário dirigido por Leni Riefenstahl. O filme relata o 5º Reichsparteitag do NSDAP, que ocorreu em Nuremberg, de 30 de agosto a 3 de setembro de 1933. O filme tem o mesmo formato de outras produções de Riefenstahl, como Triumph des Willens e Tag der Freiheit (produzidos em 1934 e 1935 respectivamente).

Mostra a chegada do Führer ao aeroporto, seu encontro com membros do Partido, discursos de representantes e desfiles da S.A..

Uma cópia de Der Sieg des Glaubens só foi encontrada em 1986.

Tradução e Legendas por Distanasia.

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"Tag der Freiheit: Unsere Wehrmacht" é o terceiro documentário dirigido por Leni Riefenstahl. Neste filme é relatado o 7º Reichsparteitag do NSDAP, com destaque especial para as forças armadas da Alemanha (Wehrmacht), que tinham ficado de fora das filmagens do Triumph des Willens (Triunfo da Vontade).

O filme apresenta o cotidiano dos soldados nos acampamentos, acompanhando-os desde o amanhecer até o momento de apresentarem ao Führer suas habilidades de combate, tanques e artilharias antiaéreas.

Tag der Freiheit foi considerado perdido ao final da Segunda Guerra Mundial, mas uma cópia incompleta foi descoberta nos anos 70.

Traduzido e Legendado por Sr. B.

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“S.A.-Mann Brand” é um filme alemão feito na época em que Adolf Hitler se tornou chanceler da Alemanha. Foi lançado em meados de junho de 1933.

O filme apresenta a história de um jovem idealista, Fritz Brand, que se junta ao Sturmabteilung (S.A.) para defender a Alemanha contra a subversão comunista orquestrada por Moscou. Ele convence seu círculo social do perigo iminente e da necessidade de apoiar Hitler nas eleições federais.

O filme é um retrato fiel da perseguição política violenta e do cenário de pobreza alemães antes da ascensão de Hitler.

Tradução e Legendas por Sr. B.

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"Hans Westmar, Um de muitos, Um destino alemão do ano de 1929" foi o último de uma trilogia de filmes produzidos logo após o Partido chegar ao poder em 1933, celebrando seu Kampfzeit - a história de seu período de oposição, lutando para chegar ao poder. O filme é uma biografia parcialmente ficcional do mártir S.A. Horst Wessel, responsável pela concepção do belíssimo Hino do Partido.

O filme se concentra no conflito com o Partido Comunista em Berlim no final dos anos 1920. Quando Westmar chega a Berlim, os comunistas são populares, realizando grandes desfiles por Berlim cantando "A Internacional". Quando ele examina a vida cultural de Berlim na República da Alemanha, ele fica horrorizado com o internacionalismo e a promiscuidade cultural, que inclui jazz negro, moda francesa e cineastas judeus. Esta cena se dissolve nas imagens dos combatentes alemães da Primeira Guerra Mundial e em fotos dos cemitérios dos mortos alemães. Westmar decide ajudar a organizar o Partido local e torna-se, no decorrer da trama, responsável por suas vitórias eleitorais, o que incentiva os comunistas a matá-lo.

Horst Ludwig Georg Erich Wessel (1907 - 1930), comumente conhecido como Horst Wessel, foi um líder berlinense das tropas de choque do Partido Nazista, o Sturmabteilung (S.A.). Após seu assassinato em 1930, foi transformado em um mártir pela Causa Nacional-Socialista por Joseph Goebbels. Recebeu um grandioso funeral e foi ostensivamente homenageado por Hitler nos anos decorrentes.

Tradução e Legendas por Sr. B.

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"Hitlerjunge Quex" é um filme dirigido por Hans Steinhoff, baseado no romance homônimo de 1932 de Karl Aloys Schenzinger sobre a biografia de Herbert Norkus, que conta a história de um jovem alemão que se converteu ao Nacional-Socialismo através da Juventude Hitlerista (Hitlerjugend).

Herbert Norkus (1916-1932) foi um adepto da Juventude Hitlerista, e assassinado por comunistas aos dezesseis anos de idade enquanto fazia propaganda em sua área residencial. Norkus foi interpretado por Jürgen Ohlsen. Na época do III Reich, Norkus foi considerado um "exemplo para os integrantes da Juventude Hitlerista".

Adolf Hitler, Rudolf Hess, Joseph Goebbels e outros altos funcionários compareceram à primeira estréia em Munique. Goebbels refletiu sobre o filme da seguinte maneira: "Se Hitlerjunge Quex representa a primeira tentativa em grande escala de retratar as ideias e o mundo do Nacional-Socialismo através da arte do cinema, então deve-se dizer que esta tentativa, dadas as possibilidades da tecnologia moderna, foi um sucesso completo." Em janeiro de 1934, ele foi visto por um milhão de pessoas.

Tradução e Legendas por Despertando da Matrix.

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Category Arts & Literature

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Sr. B.