Trabalhadores franceses da área da saúde queimaram seus diplomas, já que entrou em vigor esta semana que qualquer pessoa que trabalhe ná área médica e da saúde que não tenha recebido a vacina experimental, será suspenso(a) do trabalho, sem receber pagamento.
No vídeo, cada um diz o nome e a área em que atua (pelo que se pode entender).
(Se alguém que fala francês quiser e puder ajudar, pode traduzir resumidamente o que eles dizem nos comentários. Gratos!)
Franceses foram às ruas no último final de semana para clamar por liberdade e dizer NÃO ao passaporte sanitário, dentre outras coisas.
Os "não-vacinados" não podem entrar em restaurantes, cafeterias e shoppings, a não ser que mostrem um teste negativo.
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Vídeo em que Emmanuel Macron faz seu discurso da vitória em frente ao Museu do Louvre. Macron, comemorando sua vitória, falou ao povo à noite, no famoso ponto turístico, aludindo não apenas à posse, que ocorreria no dia 14, mas também às eleições legislativas nacionais de 11 e 18 de junho. Quando ele fala em "bancada", quer dizer na verdade uma "maioria parlamentar", que lhe seria necessária pra governar.
A França estava insatisfeita com crise econômica, desemprego e terrorismo sob Sarkozy e Hollande, dos dois partidos principais, e queria uma real alternância. Marine Le Pen, do Front National, parecia ser uma saída à extrema-direita, e Emmanuel Macron, do En Marche!, a renovação europeísta, internacionalista e de centro. A insatisfação também era com o sistema político, pois no 2.º turno, 74,56% dos votantes qualificados compareceram: haviam sido 80,35% em 2012 e 77,77% no primeiro turno de 2017 (o voto não é obrigatório). Nas legislativas, que lá ocorrem em dois turnos, foi ainda pior: 48,71% dos votantes aptos no dia 11, e 42,64% no dia 18. Emmanuel Macron ganhou com 66,1% dos votos válidos, e seu partido (renomeado) La République en marche! reuniu 313 deputados entre os 577 da Assembleia Nacional.
Já de início, Macron pôs em prática as amplas reformas do Estado e da vida pública, que ele anunciou neste discurso, e foi visto por muitos como uma espécie de oposto de Donald Trump e de sua política nacionalista e agressiva. Não houve grandes conflitos quando os dois líderes se viram pela primeira vez, e geopoliticamente eles continuaram próximos. Segundo as forças anti-hegemônicas, Macron é o candidato dos bancos que, na prática, permitiu uma reacomodação do mesmo antigo sistema, contra o qual os franceses se sublevaram. No 21 de dezembro seguinte, Macron fez 40 anos, tendo sido o mais jovem presidente da República eleito, e sua esposa Brigitte, que foi sua professora de colegial, tinha então 64 anos.
Eu baixei o vídeo sem legendas do canal BFMTV, que o postou logo depois do evento, no mesmo dia: http://youtu.be/J81TidthZ90. Eu mesmo traduzi e legendei, pelo famoso método "3 em 1": escutei, traduzi e legendei ao mesmo tempo. No site do partido de Macron, há também a transcrição integral da fala em francês: https://goo.gl/5TpAZX.
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Este é o discurso transmitido na TV francesa em 31 de dezembro de 2018, com o presidente da República Emmanuel Macron desejando um feliz 2019 aos cidadãos e fazendo um balanço de seu governo no último ano. Eu mesmo traduzi direto do francês, a partir do texto disponibilizado no site do Palácio do Élysée: http://elysee.fr/emmanuel-macron/2018/12/31/voeux-aux-francais-2019.
Macron assumiu a presidência da República Francesa em maio de 2017 e viveu um período muito conturbado em que procurou reformar o Estado e a economia, mas se deparou com a crescente insatisfação social. Banqueiro de profissão e nunca antes tendo concorrido a um cargo eletivo, ele já tinha sido ministro da Economia de François Hollande, o presidente anterior, e já então começou a emplacar suas reformas. Tendo fundado seu próprio partido chamado hoje A República em Marcha (REM), chegou ao segundo turno com a direitista Marine Le Pen, da agora União Nacional (RN), e venceu diante da popularidade que o projeto europeísta ainda tinha na França. Porém, a conjuntura internacional, sobretudo por ação do antiglobalista Donald Trump, e os constantes entraves estruturais internos o levaram a alcançar muito menos do que pretendia, e agora é detestado por muitos de seus eleitores.
O ápice da crise em seu governo foi o chamado "movimento dos gilets jaunes" (coletes amarelos). A introdução de um imposto que aumentaria o preço do diesel, combustível mais usado nos carros franceses, serviu de faísca pra protestos que também criticaram o custo de vida e o abandono dos serviços públicos. As manifestações de rua, que em novembro de 2018 descambaram em violência massiva e prejudicaram a economia nacional, continuaram com força menor em dezembro e voltaram em janeiro de 2019. Exposto ao mundo inteiro como um líder impopular e um "presidente dos ricos", Macron teve de tentar acalmar os ânimos em mais um longo discurso de fim de ano. Em geral, essas falas presidenciais não duram mais de 8 ou 9 minutos, mas pela segunda vez consecutiva o ex-banqueiro ultrapassou os 15 minutos em impaciência e redundância.
Macron entende que as pessoas estão insatisfeitas e que a França parece estar perdendo seu lugar no mundo, diante de vizinhos e aliados que estão abandonando o projeto europeu e o curso da globalização. Mas defende que não é com raiva que se resolvem as coisas, e que o fim da integração mundial significaria um risco para todos, sobretudo do ponto de vista ambiental. Ele anuncia que está elaborando novos projetos reformistas e ideológicos a ser apresentados nas próximas semanas, e pede que o povo continue esperando e, sobretudo, mantenha-se unido e orgulhoso do país. Seu discurso não acalmou os ânimos e, gerando muitas piadas no YouTube, chamou a atenção por não mencionar o custo de vida e os serviços precários. Eu baixei o vídeo sem legendas desta agência jornalística: http://youtu.be/iIS9JatcYeU.
Vou esclarecer alguns termos usados. "França europeia" foi minha tradução de "Hexagone", isto é, "Hexágono", como se costuma chamar o território francês continental ou "metropolitano". "Sistema dual" indica o sistema dual de educação, aí chamado "alternance" (formation par alternance), do qual uma parte maior é cumprida em atividade prática no trabalho, contando para avaliar a formação, e a outra parte em sala de aula. Outra opção interessante é "policiais civis e militares" (linguagem brasileira), na verdade "gendarmes" e "policiers": na França, apenas a "gendarmaria" é uma força militar armada, enquanto a polícia é um conjunto de funcionários públicos.
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Em 23 de abril de 2017, Emmanuel Macron, que se posicionou à frente de Marine Le Pen (Front national) na votação do primeiro turno das eleições presidenciais francesas, fez uma declaração a seus torcedores logo depois das primeiras previsões se confirmarem. Ex-ministro do então presidente François Hollande (Partido Socialista), surpreendeu ao ter ajudado a tirar da disputa, pela primeira vez em décadas, os dois principais partidos, o socialista (esquerda) e Os Republicanos (direita), que mudou de nome muitas vezes, mas em 2007 elegeu Nicolas Sarkozy sob o nome União por um Movimento Popular.
Surpresa da vez, Macron causou as mais diversas sensações. Em síntese, é o candidato europeísta, universalista, modernizante, em meio a uma insatisfação geral contra a situação da União Europeia (bem maior na Inglaterra, claro), aproveitada pelos Le Pen e por Jean-Luc Mélenchon (extrema-esquerda que também concorreu e perdeu a disputa) pra contestar a situação do bloco. A extrema-direita e a esquerda radical o consideravam um velho candidato dos bancos, das finanças e dos industriais, que quis comprometer de vez a soberania da França e destruir as conquistas sociais e trabalhistas consolidadas. Pra eles, seu discurso de renovação e mudança não convenceria, uma vez que teria simplesmente saído do seio do antigo poder, ou seja, de um ministério de Hollande.
Tendo sido secretário do gabinete presidencial de 2012 a 2014 e, a seguir, ministro da Economia, Indústria e Tecnologia, Emmanuel Jean-Michel Frédéric Macron deixou a pasta em 2016 pra lançar seu próprio movimento à presidência, chamado En Marche!, conhecido como EM! e não por acaso com as mesmas iniciais de Macron. Ele é um ex-banqueiro nascido em 1977, casado com uma ex-professora de francês 24 anos mais velha, a qual conheceu quando ele tinha apenas 15 anos. Ela tem três filhos do primeiro casamento, mas ele não teve nenhum. Macron ficou conhecido por ter batizado no governo Hollande uma lei de sua iniciativa, que pretendia flexibilizar as relações de trabalho pra deslanchar a economia francesa, que continuava, porém, estagnada.
O primeiro turno das eleições presidenciais foi no domingo, 23 de abril, tendo ficado Macron com 24,01% dos votos e Marine Le Pen, 21,3%, mostrando a divisão e a falta de consenso nacionais. A França tem um sistema semipresidencialista, onde o Presidente da República, eleito pelo voto popular, escolhe o primeiro-ministro, que vai, por sua vez, formar o governo. Grosso modo, o premiê se ocupa mais com a política interna, e o presidente, com a política externa; já houve casos de ambos serem de partidos diferentes, como Jacques Chirac do UMP e Lionel Jospin do PS. O segundo turno foi em 7 de maio, e Macron também saiu vitorioso.
Eu baixei o vídeo completo do próprio canal do partido de Emmanuel Macron, e cortei apenas uma parte do começo e do fim, pra ficar só no núcleo do discurso: http://youtu.be/oTuJud-kgR4. Eu ouvi e traduzi de cabeça, tendo feito ao mesmo tempo as legendas.
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Este vídeo é um trecho da tradicional parada francesa em comemoração à queda da Bastilha, conduzida nos Champs-Élysées em 14 de julho de 2015, na presença do presidente François Hollande, do primeiro-ministro Manuel Valls e do presidente do México, convidado de honra, Enrique Peña Nieto. O Coral do Exército Francês executa "Le Chant des partisans" (A canção dos Guerrilheiros), hino da Resistência Francesa contra os nazistas, e "La Marseillase" (A Marselhesa), hino nacional da França.
O desfile completo, de cujo vídeo eu tirei este trecho, pode ser visto no canal do Ministério da Defesa francês: http://youtu.be/sTT6W-b3RaA. "A Marselhesa" é executada, além de seu refrão, nas estrofes 1 e 6, mais empregadas em eventos oficiais, embora a letra completa tenha 7 estrofes. A banda e o coral formam o desenho da Cruz de Lorena, símbolo europeu famoso adotado pela Resistência Francesa e popular entre os gaullistas.
Há muitas variantes das letras das duas canções, mas "A Marselhesa" eu tirei da Wikipédia em francês, e "Le Chant des partisans" eu tirei daqui: http://goo.gl/BOCf37. Este eu mesmo traduzi, cotejando com as versões em espanhol, esperanto e russo da Wikipédia, e da "Marselhesa" eu dispunha das traduções da Wikipédia e a do livro "Francês urgente para brasileiros", de Angela F. Perricone Pastura. A partir delas, cheguei à minha própria versão, cotejando ainda com as das Wikipédias em inglês, espanhol, italiano, catalão, esperanto e galego.
No "Chant des partisans" usei linguagem moderna, mas na "Marselhesa" mantive "tu", "vós" e presente simples ao invés do presente contínuo. Recorri também a textos que explicavam em parte "Le Chant des partisans" (La poésie engagée - http://goo.gl/KV089T) e "A Marselhesa" (La Marseillaise expliquée aux cons - http://bit.ly/2GJh7UO; Au-delà du sens politique et historique, que signifient au juste les paroles de notre hymne national ? - http://goo.gl/9i9kZO). O polêmico "sang impur" (sangue impuro), considerado racista, entendi como "sangue plebeu" (não azul/puro), e não "sangue estrangeiro".
"A Marselhesa" era antes um "Canto de guerra para o Exército do Reno" composto por Claude Joseph Rouget de Lisle em 1792, durante a guerra entre a França e a Áustria. Foi decretada "canto nacional" em 1795, abandonada em 1804, retomada em 1830 e tornada hino nacional em 1879, com uma "versão oficial" efetivada em 1887. "Le Chant des partisans" foi composto primeiro em russo pela emigrada Anna Marly em 1941 e recebeu letra em francês dos resistentes Joseph Kessel e Maurice Druon em 1943. Nesse ano, uma gravação chegou clandestina à França ocupada, expandiu-se com o epíteto de "Marselhesa da Resistência" e continuou popular após a guerra.
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Famosa canção de guerra "La Marseillaise" (A Marselhesa), composta por Rouget de Lisle durante o processo da Revolução Francesa e, com o tempo, tornada hino nacional da República Francesa. Atualizei a linguagem da tradução, que além de contar com o uso sistemático de "você(s)", está menos literal pra ser mais elucidativa.
"A Marselhesa" foi composta inicialmente como um "Canto de guerra para o Exército do Reno", de autoria do oficial francês da engenharia militar, poeta e autor dramático Claude Joseph Rouget de Lisle em 1792, durante a guerra entre a França e a Áustria. Uma famosa pintura de Isidore Pils, "Rouget de Lisle chantant la Marseillaise" (1849), mostra o que seria a primeira execução cantada da obra por seu próprio autor, rodeado por seus companheiros de armas. No mesmo ano, a marcha foi executada no enterro do prefeito da cidade de Étampes e fascinou o general François Mireur, que estava aí presente e coordenava a partida de voluntários do sul da França à guerra. Ele fez imprimirem o "Canto de guerra..." num jornal do Sul, e assim ela foi abraçada pelos voluntários de Marselha. Daí o nome "A Marselhesa", embora tenha sido composta em Estrasburgo, bem no Norte.
Ela foi decretada "canto nacional" em 14 de julho de 1795, tendo superado "Réveil du Peuple" (Despertar do Povo), um canto patriótico contra o Terror. A seguir, Napoleão não proibiu formalmente "A Marselhesa", mas preferiu usar "Veillons au salut de l'Empire", "Le chant du départ" ou a "Marche consulaire". A nova monarquia da Restauração tentou popularizar a antiga ária "Vive Henri IV !" (Viva Henrique 4.º!), mas com a Revolução de 1830 reimpondo "A Marselhesa". Em 1871, após a Comuna de Paris, foi proclamada a República, mas tentou-se adotar a recém-composta "Vive la France", mais pacífica e sem "blasfêmia e subversão". O medo de um retorno da monarquia impeliu à oficialização da "Marselhesa" como "hino nacional" (não mais "canto nacional") em 14 de fevereiro de 1879, reafirmando a vigência do decreto de 1795. Uma versão oficial definitiva foi fixada em 1887, e as Constituições de 1946 e 1958 retomam a vigência da "Marselhesa".
"A Marselhesa" ultrapassou as fronteiras da França e se tornou uma canção revolucionária repetida no mundo todo, com inúmeras traduções poéticas. Durante a vigência da Comuna de Paris, foi usada uma "Marselhesa da Comuna" como hino provisório, e entre as revoluções de fevereiro e outubro de 1917 na Rússia, o Governo Provisório usou como símbolo uma "Marselhesa Operária" cantada na língua local. Durante os combates à ocupação nazista da França na 2.ª Guerra Mundial, "Le chant des partisans" foi conhecido como "Marselhesa da Resistência" e continuou popular após a guerra. Rouget de Lisle compôs as 6 primeiras estrofes, mas o poema completo tem pelo menos 15 estrofes, modificadas ao longo do tempo. Em eventos oficiais, apenas a primeira estrofe ("Allons, enfants de la Patrie...") é cantada, mas é comum também o emprego da sexta ("Amour sacré de la Patrie..."). Nesta gravação, adiciona-se ainda ao fim a quarta estrofe ("Tremblez, tyrans, et vous, perfides...").
A letra da "Marselhesa" possui muitas variantes, mas pra legendar o vídeo eu usei a mostrada na Wikipédia em francês. Além de traduzir, eu mesmo montei o vídeo e legendei: assista duas vezes, lendo uma legenda a cada vez! Eu baixei o áudio da famosa tradução em inglês, tendo só aumentado um pouco o volume: http://youtu.be/4K1q9Ntcr5g. Textos que explicam em parte "A Marselhesa" e que recomendo (Au-delà du sens politique et historique, que signifient au juste les paroles de notre hymne national ? - http://goo.gl/9i9kZO; La Marseillaise expliquée aux cons - http://bit.ly/2GJh7UO). Há uma polêmica sobre o real sentido de "sang impur" (sangue impuro), considerado uma menção racista ao inimigo, mas adotei a leitura que entende "sangue plebeu" (não azul/puro), ou seja, o sacrifício do povo pela liberdade, e não "sangue estrangeiro", dos que deveriam morrer.
"Enquanto os muçulmanos forem uma minoria insignificante em um país cristão, eles podem viver de maneira amigável, porque seguem as leis e os costumes do país que os aceita. Mas assim que são numerosos e organizados tornam-se agressivos e tentam impor suas leis, que são hostis à civilização europeia. Os exemplos são abundantes. Em breve, eles tomarão conta de nossos conselhos municipais e transformarão nossas igrejas em mesquitas. Teremos de nos tornar muçulmanos, deixar o país ou nos tornarmos seus vassalos. Esta é a natureza profunda do Islã. " ~ Arcebispo Marcel Lefebvre
*** Leia mais em: https://infielatento.org/2021/05/em-1987-arcebispo-lefebvre-alertou-sobre-o-islamismo-na-franca.html
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Militares franceses na reserva alertam Emanue Macro que a França está em risco iminente de uma guerra cívil.
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Na França, está prestes a ser aprovada uma nova lei que estende às mulheres solteiras e aos casais de lésbicas o acesso a técnicas de reprodução assistida como a fertilização in vitro e a inseminação artificial. Originalmente, o projeto da lei ainda previa que o pagador de impostos francês reembolsasse em até 100% as usuárias dessas técnicas. Mas, no vai-e-vem entre a Assembleia e o Senado, o reembolso está limitado às “necessidades médicas”. Pode ser que o reembolso para todo tipo de demandante retorne quando a Assembleia concluir seus debates (no sistema francês, as duas casas devem aprovar o mesmo texto, mas, em caso de discordância, prevalece a Assembleia).
A direita francesa diz que o debate está sendo menos acalorado do que devia porque os manifestantes contra ela não quebram nada nas ruas (afinal, desde 1789, os franceses decidiram que, com um pouco de caos, o estado irá atender aos seus interesses. Um tipo de "Bovin Bétail" mais agressivo que o típico Bovino Gadoso que estamos acostumados em Terras Tupiniquins). Uma voz que se destaca é a de Sylviane Agacinski que alegou que "Não há desconstrução de gênero que possa eliminar a diferença sexual. Nem mesmo as mais vanguardistas teorias de desconstruir não o gênero, mas o próprio sexo, as quais chegaram perto de eliminar a diferença entre macho e fêmea na hora de produzir um bebê".
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Os funcionários de limpeza pública de paris estão em greve há 12 dias. A cidade virou um lixão a céu aberto e vive infestação de ratos. Você já deve ter percebido que a França é a versão europeia do que hoje conhecemos como Rio de Janeiro. Cidade bonita, histórica, maravilhosa, mas todos os problemas ou chegam lá primeiro ou são consideravelmente maiores por lá.
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Há dois anos, um incêndio florestal destruia mais de 4000 hectares do sul da França. Além disto, o desastre forçou a retirada de dez mil pessoas e deixou oito bombeiros feridos e 15 policiais intoxicados.
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Esse canal infelizmente foi deletado pela judiaria.
Muçulmanos gritando "Allahu Akbar" (deus é maior) atacam a polícia e destroem as ruas francesas.
Informação retirada do jornal Jihad Watch
