Es un giro kármico de diversidad genética que se les esta regresando a las instituciones discriminatorias mas poderosas del planeta. En este video hablamos del poder de los latinos en este cambio planetario tan importante.
Video CENSURADO y ELIMINADO de Youtube; publicado el 17 de Marzo de 2020
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Esta é a chamada "Marcia Reale d'Ordinanza" (Marcha Real da Ordenança), por vezes também precedida de uma fanfarra ("Fanfara"), mas neste áudio sem ela. Foi a melodia empregada pelo Reino da Itália desde a unificação, em 1861, até a proclamação da república por um plebiscito, em 1946. Não está claro como e quando surgiu a Fanfarra e Marcha Real, em algum momento do início da década de 1830, mas a versão atual da Marcha é atribuída a Giuseppe Gabetti. Com a abolição da monarquia, em 1946, a melodia foi abandonada, nunca chegando a ter uma letra oficial, apesar dos muitos textos apresentados. Mesmo sob o comando "de facto" do "Duce" desde 1922, a Itália continuou sendo formalmente uma monarquia, nunca também chegando a se chamar "Império Italiano", apesar da existência de um incipiente império colonial na África e nos Bálcãs até o fim da 2.ª Guerra Mundial.
Sob o "Vintênio Fascista", era comum que a primeira parte da melodia fosse tocada em ocasiões oficiais, sucedida por uma execução instrumental de "Giovinezza", originalmente uma canção estudantil com melodia de Giuseppe Blanc e letra de Nino Oxilia, surgida em 1909 sob o título "Il commiato". Com letras sempre mudadas, a melodia também baseou os hinos da seção dos "Arditi" do Exército Italiano (1917, letra anônima), dos esquadristas paramilitares do fascismo (1919, letra de Marcello Manni) e finalmente do partido fascista (1925, letra de Salvatore Gotta). Acossado pelos Aliados, ao fundar a breve República Social Italiana (ou República de Salò, 1943-45), Mussolini adotou "Giovinezza" como hino único dessa entidade, já desligada da monarquia. Hoje, embora a Itália proíba a apologia do fascismo ou a refundação de seu partido, não há lei que interdite explicitamente a execução pública de "Giovinezza".
Entre 1943 e 1944, o Reino da Itália chegou a utilizar "La canzone del Piave" como hino nacional, no processo de crise institucional e desintegração causado pelo conflito mundial. Logo depois a "Marcia Reale d'Ordinanza" foi reintroduzida, na expectativa de que a monarquia pudesse seguir seu rumo livre do fascismo. Mas um referendo promovido em 2 e 3 de junho de 1946, com resultado proclamado no dia 10, optou pela adoção do regime republicano (54,3% contra 45,7%), com a maior parte do sul da Itália (incluindo a Sicília e a Sardenha), que já tinha sido um reino independente no passado, votando a favor do rei. Umberto 2.º, o último monarca, filho e sucessor do célebre Vittorio Emanuele (Vitório Emanuel) 3.º, partiu então ao exílio, pra nunca mais voltar.
Como hino nacional da nova República Italiana, adotou-se então na prática "Il Canto degli Italiani", canção que data de 1847, mas só em 2017 foi oficializada por lei. Curiosidade: apenas em 1945, ainda antes do fim da guerra e com o norte da Itália ocupado pelos alemães pró-Mussolini, o governo de Roma permitiu por decreto o sufrágio feminino, praticado pela primeira vez no plebiscito de 1946, quando mais mulheres do que homens estavam aptas a votar. Todas as informações históricas e a imagem da bandeira estão na Wikipédia italiana. Eu baixei o hino desta página, tendo apenas diminuído um pouco o andamento, pra melhor fruição: http://youtu.be/8BFcbhJ8fUI. Em breve pretendo legendar a canção "Giovinezza", mas por enquanto fique com a ótima tradução da minha amiga Julia: http://youtu.be/f3_QXyf0r4U.
Se fue a vivir a Canada con su esposa y su hijo, con la intención de jamas participar en las funciones oficiales de su familia en Inglaterra. Esta noticia no tiene precedente ya que esta claro que estamos presenciando el comienzo del colapso de los sistemas iluministas que han sistematicamente oprimido la frecuencia positiva del planeta por miles de años.
Vídeo publicado en Youtube el 13 de enero de 2020.
Palestra do Sr Sepúlveda a cerca da vida e o legado do príncipe Imperial do Brasil Dom Luiz de Orleans e Bragança.
Palestra proferida durante o XXVIII Encontro Monárquico Nacional realizado no Rio de Janeiro à 02/06/2018.
Vídeo exibido durante o Encontro Nacional Monárquico no dia 02/06/2018. Onde Dom Rafael faz sua fala para os presentes no encontro.
